terça-feira, 9 de setembro de 2014

Resenha: Quem é Você Alasca? - John Green


Eu já vou começar essa resenha mega animada, posso até estar saltitando no meio da sala (sim, eu estou), porque esse livro, só de lembrar do nome dele eu já fico mega empolgada, e me faz lembrar de como eu me apaixonei, sim eu me A-P-A-I-X-O-N-E-I pela Alasca! Posso até dizer que até o momento que eu estava lendo esse livro, eu meio que tive uma queda, meio gay pela a nossa protagonista Alasca Young. No meu ponto de vista, o nosso queridíssimo John Green, descreveu uma menina muito forte, muito apaixonada, muito atrevida, cheia de convicções, justiceira, sonhadora, inteligente, linda fisicamente e interiormente, Acredito que esse seja o tipo de menina que todas deveriam ser, boas pessoas, por todos os defeitos que poderiam ter. 

Sim, em toda resenha de livros do John Green eu preciso especificar em como ele consegue fazer com que eu me apaixone, pelos personagens e que eu entrei na história totalmente e não consiga largar o livro até eu terminar e ver o que acontece no final, e fico chorando pedindo mais, pedindo para que ele faça uma continuação. (quem já leu todos os livros do nosso amigo João Verde, claro os que foram lançados em português, sabe muito bem do que eu estou falando)

A história se trata de Miles um garoto que é fissurado por ultimas palavras, ele adora ler biografias de famosos, e lembrar de qual foi as ultimas palavras das quais foram deixadas por cada um deles antes de morrer, sendo algumas bem bizarras e outras bem plausíveis na minha opinião. Algumas pessoas podem achar ele meio cansativo no começo do livro, achando-o meio fora do mundo real, e afins, pois ele tem um fissura por querer sempre estar lendo essas biografias e decorar o máximo de ultimas palavras que ele puder, (fico imaginando que na hora que ele estivesse morrendo, qual seria a sua ultima palavra separada para a ocasião), então Miles decide que não quer mais viver sua vida pacata de ultimas palavras e decide ir para um internato e ir atrás do seu grande "talvez", onde tem o sonho de conhecer grandes amigos por lá. Quando chega ao colégio ele conhece o seu amigo de quarto que gosta de ser denominado como Coronel, é muito popular no internato e tem briga com os meninos que são denominados de Guerreiros, onde há separações entre o internato (pelo menos eles criaram essa tal regra) que os Guerreiros seriam os filhinhos de papai, e os Sobreviventes do Dia Seguinte seriam os alunos que usam bolsa, ou que não tem uma condição financeira muito boa.

Coronel decide que vai mostrar a melhor parte do colégio, promete ser um grande amigo para Miles, e em ser grande amigo, ele também apresenta seus amigos, e onde a história realmente começa a acontecer, ele conhece a Alasca. No primeiro momento em que a Alasca se pronuncia no livro já é completamente engraçado, ela é uma menina de muita atitude e não tem medo de mostrar quem ela é para ninguém, seja quem for, Miles desde o primeiro momento se apaixonada por Alasca (até eu me apaixonei por ela). Ai a história começa a acontecer, e eu digo que vale muito a pena ler esse livro, eu me apaixonei pela história, os personagens, as atitudes e também a história de cada um deles, você sente vontade de entrar dentro de livro e confortar cada um deles, e também se divertir junto com eles, com as bebidas, os trotes armados e aprender um pouco de ultimas palavras com o Miles. 

O final pra mim foi muito surpreendente porque eu sinceramente do fundo do meu coração, não estava esperando por aquilo, e me deixou com vontade de ligar para o John (se eu tivesse o número dele) e pedir uma continuação, mesmo que depois desse fim, eu queria saber mais, eu queria poder entender, mas me contentarei com o que John Green nos proporcionou.

Conclusão: Com esse livro podemos observar que mesmo que as pessoas mostrem que são felizes, por dentro nem sempre é verdade, cada um sabe de sua luta, suas dores, suas expectativas. E que não sabemos o dia de amanhã e devemos aproveitar cada momento ao lado de nossos amigos e nossos familiares, e não termos vergonhas de quem somos, porque é isso que nos tornam especiais.