quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Sobre amar livros.


Quando eu tinha 13 anos eu li meu primeiro livro (por livre e espontânea vontade), claro que tirando os livros escolares, aqueles que eramos obrigados a irmos na biblioteca da escola e ler sobre os contos folclóricos ou histórias da Disney. Quando era criança, adorava os livros do Rei Leão e a Bela e a Fera (meu filme Disney favorito), eram histórias que mexiam com a minha imaginação, adorava a idéia de uma família de animais se enturmarem com outras e darem a vida a outra da sua própria espécie e idolatra-la, ou então a idéia que uma pessoa poderia se apaixonar por um monstro e tirar a dor e o sofrimento de dentro dele e o transformar em uma pessoa boa e tirar a sua maldição. 

Lembro de quando minha irmã ficava com a luz do quarto acessa até tarde lendo os romances em que ela havia comprado naquela manhã na banca de jornal mais próxima de nosso apartamento, amava música e leitura, acredito que ver ela fazendo isso foi onde me inspirou a amar tanto ambas as coisas, tenho total certeza disso. Minha maior inspiração.

Você começa a ler um livro, bem devagar, se encanta pela história, e então começa a pesquisar sobre outras histórias, os livros mais populares e sente vontade de ter todos eles, se não comprar, baixa pelo computador ou celular e que comece a aventura! 

O que mais aprendi com os livros, é que todos somos iguais, viver a história que o livro nos proporciona é maravilho, pois, podemos sair de nosso pequeno mundo cruel de sofrimento e viver histórias, contar histórias, ser a história.

Quando gosto muito de um livro eu cuido dele como se fosse um filho, aliás, ele pode ser nosso melhor amigo, que nos conforta e abraçamos como se eles pudessem arrancar fora qualquer tipo de sofrimento, por qualquer tamanho que seja, por qualquer motivo que seja, a dor vai embora por aquele momento, você simplesmente esquece a angustia de vida real e começa a aprender com os personagens, como se fosse uma escola, a escola dos livros.